Ipansotera
   POESIA E AMOR

Chegar a um tempo lá, sem ter de ir? Até quando desperdiçamos o tempo com egoísmos?



Escrito por Euclides Sandoval às 19h41
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   Entre no meu novo blog: http://ipansotera2.zip.net. Aí você pode comentar as mensagens.

Escrito por Euclides Sandoval às 17h34
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O blog Ipansotera está chegando.



Escrito por Euclides Sandoval às 08h19
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   Aguardem a republicação do blog Ipansotera.

Escrito por Euclides Sandoval às 22h44
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   Antonin Artaud



Escrito por Euclides Sandoval às 16h29
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   A Guerra do Homem, de Euclides Sandoval, Salão de Humor de Volta Redonda, 1991.



Escrito por Euclides Sandoval às 11h52
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Aqueles dias de hoje

 

            Sobre o episódio que motivou o artigo “Sou o Rei”, lembro a charge do Collor, feita por mim em 1991, bem antes do movimento pró-impeachment. A postura autoritária e imperialista dele merecia a sigla SS da polícia nazista.



Escrito por Euclides Sandoval às 21h41
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   Charge que fiz em 91, quando ainda não se falava em impeachment.



Escrito por Euclides Sandoval às 21h07
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   Ombudsman

Não vale a pena manter recalcados temas incômodos. Eis o que me levou a escrever “Sou o Rei”. Pôr pra fora o que sinto, de forma menos pessoal, em se tratando de pessoa da convivência familiar. Por vezes há quem faz marketing com a própria imagem (até posso estar fazendo isso). Imagem de reformador social... Eu me sirvo de uma ética antifascista. No caso, o agente dos bons costumes utiliza clichês colonialistas, como se dissesse “quem manda aqui é o macho que sou”. Trata-se de auto-emulação, atitude fundamentalista, a merecer boa esfoladela.



Escrito por Euclides Sandoval às 09h03
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Palavra e imagem

           

            Como encarar espaços virtuais como blogs e orkut para que não “matem” o papel, nem desqualifiquem a linguagem verbal? O contato físico com a escrita em livros e papéis, o amor táctil provocado... Aqui entra também o objeto e a imagem. Há um culto fetichista pelas publicações em páginas que se manuseia, daqui-pra-lá e de lá-pra-cá. O fundamental mesmo é a escrita coerente, feita por prazer. Que faça frente a um mundo de regras castradoras, costumes banais e afetos mesquinhos. Repito e adapto a frase ouvida de Jorge Luis Borges: a palavra é o que resta. Palavra como expressão do pensamento e forma de entendimento. Não exclui a imagem, de igual valor essencial.



Escrito por Euclides Sandoval às 09h32
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   Teatro na FESB



Escrito por Euclides Sandoval às 16h14
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Tempos sujos

           

            Acredito que, no fundo, todas as pessoas são artistas e que a criatividade pessoal é o segredo da felicidade. De quem constrói uma casa com as próprias mãos, ao ato de cozinhar, e ao que eu e você chamamos arte. Veja o livro “Arte é o que eu e você chamamos arte”, onde Frederico Morais reúne 801 definições. A criatividade pode se manifestar em qualquer área do fazer e do pensar. Identificar o que o coração deseja. Aí, seguir o próprio sonho. A intuição poética como maneira de viver. Trata-se aqui de um humanismo otimista. Alguém pode interpretar como papo de auto-ajuda. Que tal questionar, apesar do idealismo, o próprio comportamento e retidão?... Coisa para os tempos sujos de hoje.

Escrito por Euclides Sandoval às 09h15
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Somos o que sentimos

 

            Neste início de ano, a sensação é de que voltei para as aulas (faculdade), teatro (Ipansotera), tênis (GP, onde dou aulas), de cara lavada. Não dá para excluir a convivência social... E minha sina é a relação pedagógica reflexiva. Mesmo no exercício literário, hoje intensificado, ou na realização de obras visuais, sinto resgatar a própria dignidade perante o mundo. Não sou Deus... Todos somos deuses – como diz o Ivan Montanari. Por menor que seja o grupo, partilhá-lo, nos remete a uma coletividade maior. Não sentir vergonha pelo que somos, mesmo quando revela um certo rompante. Embarcar no que de bom pensamos para quem não merece que matemos o tempo. Aquela coisa de que navegar é preciso.



Escrito por Euclides Sandoval às 08h39
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DA OVERDOSE À LITERATURA

 

            Dos megaeventos acontecidos neste fevereiro, U2 e Rolling Stones, pensando nos moços e nos velhos saudosistas, a melhor tirada se refere à triste realidade daqueles que sonham sonhos alheios. A expressão polariza com a entrevista de Borges, ele aos 80 anos, falando sobre o amor, mais importante do que o sucesso, e do papel que os livros representam em sua vida. Família? A inteligência do pai, que o incentivava para ser escritor e a mãe que o ouvia sobre os sonhos da noite. Vi no STV a entrevista feita pelo jornalista espanhol Joaquin Soler Serrano. A imagem que eu tinha de Jorge Luis Borges se desfez completamente... De gênio hermético para uma figura doce e de extraordinária convicção do próprio valor que não atropela. Cego, desde os anos 50, não trocaria seus livros pela volta da visão. Escritor, solitário, por ter escolhido esse papel e a cegueira, está convencido de que “a literatura é o que resta”. Na fluente conversa com Soler, sempre encurvado, ocasião da entrega do Prêmio Miguel de Cervantes, também dobrado para a frente, diante da TV, por uma boa hora, sorvi a bela lição de humanidade do escritor argentino, pensando em ler toda a sua obra.



Escrito por Euclides Sandoval às 08h03
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Vale a pena falar de política?

 

            Não dá para evitar... O jogo dos politicamente corretos – tucanos – é o que menos nos convence. Sei que a crise por que passamos exige maior tomada de consciência. Por mais que a balada puxe a moçada e, por mais que a memória aponte para o fato de Lula ter dado continuidade ao governo anterior e à globalização econômica, não resta dúvida de que ele é o mais autêntico perante o povo, falando a linguagem que todos entendem, além de o mais identificado com quem não é elite... Embora tenha fortalecido essa mesma elite que, por certo, votará nele. Populista? Quem não vê?! Mais ético do que o PT? Alguém duvida?! Lula não se parte com partidos. Fala muita bobagem, errado, mas convence, pela presença próxima aos que são vítimas da desigualdade e aos que cansaram das imagens tensa (Serra), asséptica (Alckmin), gagá-sorbonesca-obscena (FHC). Para não ser execrado, a oportunidade de Lula, se reeleito, pode ser a última.

Escrito por Euclides Sandoval às 09h29
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